É crocante, bonito e irresistível quando comido simples ou com uma fatia (ou duas) de queijo. A sua crosta faz lembrar o padrão de um leopardo, mas quem lhe dá o nome é o seu parente felino tigre.

INGREDIENTES
Para a massa:
550 gramas de farinha tipo 65 s/fermento
320 ml de água morna
16 gramas de fermento fresco de padeiro
10 gramas de sal
2 c. sopa de açúcar
2 c. sopa de azeite
1 c. sopa de leite em pó

Para a cobertura:
120 ml de água morna
100 gramas de farinha de arroz
1 c. sopa de óleo
1 c. sopa de açúcar
4 gramas de fermento biológico seco

PREPARAÇÃO
Comece por tratar da massa:
Coloque a farinha num recipiente. Adicione o fermento esfarelado, o açúcar, o azeite, o leite em pó e a água, reservando um pouco.
Misture com uma colher de pau.
Transfira a mistura para uma bancada de cozinha limpa. Adicione o sal e amasse, com as mãos, durante alguns minutos, até a massa se descolar das mãos e da bancada. Caso necessário, adicione mais um pouco de água.
Forme uma bola com a massa e coloque-a num recipiente untado com um pouco de óleo. Tape com película aderente ou com um pano e deixe levedar durante uma a duas horas, até duplicar o volume inicial.
Entretanto, prepare a cobertura, misturando todos os ingredientes. Reserve.
Passado este tempo,  coloque a massa novamente na bancada de cozinha, espalme com as mãos para remover o gás e divida em porções com cerca de 80 gramas.
Dê a forma de bolas às porções da massa e disponha-as, espaçadas, num tabuleiro grande forrado com papel vegetal.
Ligue o forno nos 220º.
Barre os pães com a cobertura ajudando-se de um pincel e deixe repousar durante mais meia hora.
Coloque o tabuleiro no forno e, passados 5 minutos, reduza a temperatura para os 200º. Deixe cozinhar por mais cerca de 20 minutos.
Depois de cozidos, retire os pães do forno e deixe arrefecer um pouco em cima de uma rede.








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